Mostrando postagens com marcador redes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador redes. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de março de 2014

Câmara municipal de SP discute Marco Civil da internet e rede social

Compreender como as pessoas, especialmente os jovens, utilizam as redes sociais para organizar as mobilizações de rua e a relação disso com a proposta em tramitação no Congresso Nacional, que visa regular o uso da internet no país. Esse é o objetivo da conferência “Manifestações, redes sociais e o marco civil da internet”, que será realizada nesta terça-feira (18/3), a partir das 9h, na Câmara Municipal de São Paulo.

A iniciativa é gratuita e integra o Ciclo de Debates em Comunicação, que traz mensalmente especialistas e profissionais do mercado para discutirem assuntos relacionados à área de comunicação. Para falar a respeito do tema em questão, a convidada é a diretora da ONG Coletivo Digital, Beatriz Tibiriçá, mais conhecida por Beá. A instituição trabalha para democratizar o acesso da sociedade à informação no ambiente web.

(Via ComputerWorld)

Mais informações.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Morrendo de tédio


Richard Romancini

Fino psicólogo social, o filósofo Schopenhauer notara que os principais inimigos da felicidade humana são o tédio e a dor. Paradoxalmente, ao nos afastarmos de um desses sentimentos, o outro se torna mais provável. Assim, os pobres e necessitados, que precisam lutar por sua sobrevivência, têm sofrimento, mas não tédio. Já aqueles que escapam das dificuldades sociais e econômicas são mais propensos ao aborrecimento e à sensação de vazio. A reflexão me veio à mente a propósito de duas experiências culturais desse fim de ano, relacionadas ao tédio, ao sofrimento e à vida escolar.

Vamos primeiro ao sofrimento. No belo filme Pai Patrão (dirigido por Paolo e Vittorio Taviani, 1977), a primeira sequência é marcante. O pai vai à escola do filho disposto a tirá-lo de lá, pois entende que ele precisa trabalhar, seguindo as tradições da gente humilde de então (o filme, baseado numa história real, se inicia na Sardenha, na Itália da década de 1940). A figura autoritária do pai faz com que o menino levante-se de sua carteira e fique em pé; nervoso, urina nas calças. A professora tenta consolá-lo, mas não pode fazer nada e o menino deixa a aula com o pai.

Logo após a saída dos dois, os alunos fazem uma algazarra, riem do xixi nas calças do colega. Porém, o pai retorna à sala e repreende os alunos, diz que eles não devem rir de seu filho e faz uma advertência: hoje é ele que é tirado da escola para trabalhar, mas em breve serão os outros. A classe fica em silêncio, e os diretores do filme mostram os pensamentos preocupados de alguns alunos. Aqui, há dor e sofrimento, mas não tédio. A escola era um anteparo a um cotidiano cinzento, feito de obrigações muitas vezes cansativas e dolorosas.

Cortando para 2013, nos dirigimos ao tédio. Ao tédio fortemente vinculado à escola e seu cotidiano. De acordo com a reportagem de Amanda Ripley (Bored to Death: To learn just how bored kids are in school, look at Twitter) para a New Republic, o tédio expresso pelos estudantes no mundo todo é uma espécie de epidemia. A matéria apresenta indicadores e casos interessantes. São mostrados tweets e fotos dos próprios estudantes sobre o que estariam sentido na (ou pela) escola. Algumas produções são imaginosas e divertidas, pois como nota uma aluna, com aguda consciência do caráter público de sua imagem/mensagem: “Tweetar um tweet chato parece contraproducente”.

Continue lendo.

Foto: Flickr/theirhistory (CC BY-NC-SA 2.0)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A inovação da solidão



A animação de Shimi Cohen, acima, é baseada no argumento do livro Alone Together, de Sherry Turkle, sobre o paradoxal efeito das redes informáticas quanto a promoverem a solidão. Você pode ver uma conferência de Turkle sobre o livro mencionado, aqui.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Mapa mundial das redes sociais


Um mapa comparando a penetração das redes sociais nos países em 2009 e 2013. O que se observa é a importância atual do Facebook.

Via I Love Charts.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Duas dicas para usuários do Facebook


David Ponge

Há duas ou três semanas, um dos meus amigos do Facebook publicou uma nota alarmante. Tinha descoberto uma pasta secreta, chamada Outras, cheia de mensagens do Facebook que ele nunca vira. E ficou chocado quando percebeu que continha mensagens importantes de amigos importantes, enviadas há anos, com ofertas há muito expiradas e parabéns ou condolências. E pedia aos seus amigos que fossem ver as respectivas pastas Outras.

Ora bem, fui ver a minha e encontrei a mesma coisa: estava cheiinha de mensagens, a maior parte delas agora já muito antigas e irrelevantes, que teriam sido importantes para mim se eu soubesse que existiam: convites para palestras; convites sociais; mensagens de parabéns, de antigos patrões, de amigos da escola de há 20 e 40 anos.

Se não tiverem tempo para ler mais, aqui fica o essencial: vão à vossa página do Facebook e, no painel do lado esquerdo, cliquem em Mensagens. Aí, ao lado das palavras a negrito Caixa de Entrada, verão a palavra Outras em cinzento claro. Cliquem aí para verem onde se escondem as vossas mensagens. São capazes de ficar surpreendidos com as coisas importantes que lá têm estado à vossa espera. Muito surpreendidos mesmo.

Continue lendo

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ideias
Educação e Facebook: o que dizem as pesquisas

Richard Romancini

Costuma-se dizer, hoje em dia, que todos devem “aprender a aprender”, ao longo da vida. Se esse é um bom conselho, mais válido ainda o é para os professores. Nesse sentido, o aprendizado pelo consumo crítico da investigação acadêmica é uma habilidade importante para os docentes. O professor que acompanha a pesquisa nos temas em que tem interesse é beneficiado, no mínimo, duplamente: pode obter conhecimentos que aperfeiçoem suas práticas e ver que “não está sozinho” – muitas dificuldades são descritas em investigações educacionais.

Esse preâmbulo ao tema “Facebook e educação” se justifica pelo fato da discussão estar baseada na consulta à literatura. Pois bem, o que dizem as pesquisas sobre o assunto?

A revisão de estudos empíricos de Hew (Students’ and teachers’ use of Facebook, Computers in Human Behavior, v. 27, 2011, p. 662–676) organiza um número já expressivo de pesquisas (36) em três grandes tópicos de discussão: o uso que os estudantes fazem do Facebook, os efeitos deste uso e as atitudes dos estudantes quanto a essa rede social. Como nota o autor, existe socialmente uma divisão entre os defensores do Facebook e seus efeitos na educação e os críticos, que ressaltam a influência negativa do gasto de tempo excessivo em atividades sem relação com o estudo formal. No entanto, ao verificarmos o que se passa na realidade, pelas lentes da investigação, damos um passo além das opiniões prévias.

Continue lendo

sexta-feira, 8 de março de 2013

domingo, 27 de janeiro de 2013

Ideias - Vídeo
Américo Amorim - Redes Sociais na Educação



Na terceira edição da Série de Diálogos O Futuro se Aprende sobre Tecnologias na Educação, ocorrida em setembro de 2012, em São Paulo, o presidente da Daccord, empresa especializada em plataformas educacionais que desenvolveu o game Saiba Mais Enem, Américo Amorim, apresentou alguns dados e discussões sobre as redes sociais na educação.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Ideias - tradução
O Facebook está nos tornando solitários? (repostagem)

An idea I'm working on about the solitude of the internet, de Kyle Steed - (cc)

Stephen Marche*

Yvette Vickers, uma ex-coelhinha da Playoby e estrela de filmes B, mais conhecida por seu papel em O Ataque da Mulher de 15 Metros (Attack of the 50 Foot Woman), deveria ter 83 anos em agosto passado, porém ninguém sabe exatamente com quantos anos ela morreu. De acordo com o relatório do médico legista de Los Angeles, ela já estava morta durante boa parte do ano, antes que uma vizinha e amiga da atriz, uma mulher chamada Susan Savage, notasse teias de aranha e cartas amareladas na caixa de correio dela e, abrindo a porta através de uma janela quebrada, caminhasse entre pilhas de lixo postal e montes de roupa que lotavam a casa. Subindo as escadas, ela encontrou o corpo de Vicky mumificado, próximo a um aquecedor que continuava funcionando. Seu computador também estava ligado, com seu brilho preenchendo o espaço vazio.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Recursos para professores
Dicas de segurança em redes sociais



O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lança um conjunto composto por fascículo e slides com dicas de segurança em redes sociais.

Assim como a cartilha completa, o fascículo é ilustrado e está disponível também em formato PDF. Para facilitar a discussão do assunto o material é acompanhado por slides, licenciados sob Creative Commons, e pode ser usado livremente para divulgar sugestões e boas práticas.

A cartilha e o fascículo podem ser lidos em dispositivos móveis como tablets e smartphones.

Para ver e baixar esse material vá ao site: http://cartilha.cert.br/fasciculos.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Redes ou paredes

Foto: drowninsanity (via MorgeFile)

A antropóloga Paula Sibilia deu uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, no último domingo, falando sobre o livro que está lançando, intitulado "Redes ou Paredes - A Escola em Tempos de Dispersão", no qual busca analisar o impacto das mídias eletrônicas nas escolas.

É um diálogo interessante, onde Sibilia observa que a escola deve, sobretudo, permitir aos alunos aprender a pensar, algo que vai além do uso de tecnologias e para o qual "é preciso cultivar certa capacidade de resistir ao fluxo constante de informações e às conexões intermitentes. Sem procurar bloqueá-las ou se isolar, mas também sem sucumbir à dispersão promovida pelas infinitas distrações nem à banalidade da opinião".

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Bibliografia on-line
Redes sociais, Comunidades Virtuais e Educação

Abaixo, referências sobre os temas "Redes sociais, Comunidades Virtuais e Educação" (textos, na grande maioria, on-line). Outras indicações podem ser feitas no espaço de comentários.

ALAVA, Séraphin et al. Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais. Porto Alegre, Artmed, 2002.

ALVAREZ, Ana Maria Torres; JARA, Andréa C. Rodrigues Peine. Comunidades Virtuais: Intercâmbio de Conhecimentos X Privacidade. Colabor@ - A Revista Digital da CVA-RICESU, Vol. 4, No 13, março 2007.

BACKES, Luciana; MENEGOTO, Daniela Brun; SCHLMMER, Eliane. Ambiente virtual de aprendizagem: formação de comunidades virtuais? Colabor@ - A Revista Digital da CVA-RICESU, Vol. 3, No 11, jul. 2006.

BASSANI, Patrícia B. Scherer. Análise do processo de formação de comunidades virtuais de aprendizagem em espaços de educação a distância. Revista Iberoamericana de Educación, nº 53/4, ago. 2010.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Dica da semana
Privacidade no Facebook


O site do UOL Tecnologia produziu um tutorial com uma série de recomendações para os que desejam aumentar o nível de privacidade na rede social Facebook. Explica-se, por exemplo, como deixar uma postagem mais ou menos pública e não permitir que outras pessoas vejam as informações pessoais de algum perfil.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dica da semana
Configurações da conta do Facebook


Matéria do blog do UOL Tecnologia explica como lidar com pessoas que fazem muitas postagens, sugerindo estratégias para lidar com isso, sem excluir a pessoa dos contatos, além de explicar outros detalhes acerca da privacidade do usuário nessa rede social.

Já o IDG Now mostra como alterar o e-mail que é indicado no perfil (o Facebook alterou os e-mails, para o do serviço, mas isso pode ser mudado). Outra dica do UOL Tecnologia é como remover a linha do tempo do perfil.

sábado, 7 de julho de 2012

Umberto Eco e o Twitter

No mês passado, circularam centenas de notas online sobre o suposto falecimento de Gabriel García Márquez. Algumas fontes chegaram a afirmar que eu fora o autor da primeira notícia sobre a morte do autor, via a minha conta no Twitter. Evidentemente, pouco depois, as mesmas fontes – e outras, inclusive algumas totalmente fidedignas – descobriram e informaram que, na realidade, eu sequer estava inscrito no Twitter, e que alguma outra pessoa estava enviando tweets com o meu nome.

Houve até alguns idiotas que se apoderaram da primeira informação e, sem se dar ao trabalho de verificá-la, continuaram moralizando sobre a minha suposta brincadeira (vocês sabem como são os escritores, com seus conflitos e rivalidade dramáticas); mensagens posteriores revelaram que foram criadas várias contas no Twitter com o meu nome, sem o meu conhecimento.

Não se trata de algo fora do comum– em muitos sites, qualquer um pode se inscrever como 'Leonardo da Vinci' e ninguém o impedirá. Portanto, é fácil imaginar o que acontece com os nomes de escritores contemporâneos. Neste caso, alguns sugeriram que o verdadeiro autor da invencionice foi Tommaso De Benedetti, o criador de várias brincadeiras do gênero. Ele faz este tipo de coisa justamente para demonstrar, como revelou certa ocasião ao jornal The Guardian, que 'a mídia social é a fonte de informação menos passível de verificação no mundo'.”

Acima está o trecho inicial do artigo "Dúvidas sobre o Twitter", de Umberto Eco, publicado originalmente no The New York Times e reproduzido no Observatório da imprensa, no dia 03 de julho.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Ideias - tradução
O Facebook está nos tornando solitários?

An idea I'm working on about the solitude of the internet, de Kyle Steed - (cc)

Stephen Marche*

Yvette Vickers, uma ex-coelhinha da Playoby e estrela de filmes B, mais conhecida por seu papel em O Ataque da Mulher de 15 Metros (Attack of the 50 Foot Woman), deveria ter 83 anos em agosto passado, porém ninguém sabe exatamente com quantos anos ela morreu. De acordo com o relatório do médico legista de Los Angeles, ela já estava morta durante boa parte do ano, antes que uma vizinha e amiga da atriz, uma mulher chamada Susan Savage, notasse teias de aranha e cartas amareladas na caixa de correio dela e, abrindo a porta através de uma janela quebrada, caminhasse entre pilhas de lixo postal e montes de roupa que lotavam a casa. Subindo as escadas, ela encontrou o corpo de Vicky mumificado, próximo a um aquecedor que continuava funcionando. Seu computador também estava ligado, com seu brilho preenchendo o espaço vazio.

terça-feira, 27 de março de 2012

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Uso responsável da internet


O UOL Tecnologia publicou um SlideShow com várias informações e links para reportagens sobre o tema do comportamento nas redes sociais e eventuais problemas (aqui). O material baseou-se em algumas informações do Guia para Uso Responsável da Internet.

Em relação a esse guia, há uma versão para crianças dessa cartilha (imagem acima) nesse link.