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sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Seminário "Mídia e lutas populares no Brasil e na América Latina"
Neste sábado (24), às 14h, ocorre o seminário "Mídia e lutas populares no Brasil e na América Latina". A atividade é gratuita e aberta ao público, e ocorre no Auditório Instituto Pesca do Parque da Água Branca, na Barra Funda, região oeste de São Paulo.
Mais informações: link.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Mídia e Direitos Humanos
Fábio Souza da Cruz
Guilherme Camargo Massaú
Atualmente, os meios de comunicação de massa consistem no principal ou em um dos principais agentes de mediação entre o povo e o poder. Através de textos, sons e imagens, a cultura da mídia produz discursos, constrói mitos e estereótipos, sugere regras, maneiras de pensar, modas e hábitos.
Passando à frente de instituições como a família, a escola e a igreja, os meios de comunicação de massa, através dos seus veículos, adquirem, portanto, caráter centralizador na atualidade. Levando em conta essa realidade, percebemos que a mídia tradicional consiste em uma espécie de palco por onde desfilam as mais diversas forças. Neste horizonte, que é, definitivamente, político, os veículos de comunicação reproduzem as disputas entre os setores hegemônicos (ligados às chamadas camadas superiores da sociedade) e contra-hegemônicos - ou de resistência (atrelados às camadas ditas inferiores da sociedade).
Assim, quando trata de assuntos como a questão dos direitos humanos - outro foco do nosso artigo -, a mídia tradicional deveria problematizar essa complexa questão. A origem ou o aparecimento de um direito humano apresenta, em linhas gerais, algumas etapas. Entre elas está a perda da dignidade humana em qualquer nível, devido a contextos de exploração, opressão e desigualdade. Isto, por si só, merece atenção especial por parte dos nossos comunicadores. Assim, problematizar a questão dos direitos humanos consiste em reconstruir historicamente os cenários para que possamos entender as suas práticas. Significa detectar qual é a lógica vigente, quais são os setores envolvidos no processo e de que forma eles se relacionam. Porém, não é isso o que percebemos em boa parte da cobertura dos veículos de comunicação de massa. Geralmente, detectamos que a mídia utiliza uma noção simplificadora dos direitos humanos.
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terça-feira, 1 de abril de 2014
Direitos autorais, educação e mídias
Richard Romancini
Em janeiro deste ano, Mariana Giorgetti Valente e Pedro Nicoletti Mizukami indagaram, no blog do Creative Commons: “O que aconteceu com a reforma do direito autoral no Brasil?”. Na verdade, o texto faz um bom apanhado dos antecedentes, que remontam a 2007, e do estado atual do tema. Em resumo, hoje, há um anteprojeto de lei que se encontra na Casa Civil, porém a perspectiva de que seja votado ainda este ano é pequena. As circunstâncias de que 2014 é um ano eleitoral e de que o Congresso discute atualmente outro assunto complexo, o marco civil da internet, justificam a avaliação.
O que a reforma do direito autoral tem a ver com a educação? Desconheço pesquisas sobre o tema, mas, com base em minha experiência, acredito que a maior parte dos professores mencionaria o problema das cópias xerográficas de livros, se lhes fosse pedido que falassem sobre o assunto. Esse ponto é importante e por sua visibilidade midiática (são comuns as reportagens em que a polícia fecha copiadoras em universidades) fixa-se mais em nossa memória. Este caso é um bom exemplo de como uma redação legal ambígua pode dar margem a problemas. A Lei de Direito Autoral (LDA) vigente (Nº 9.610, de 1998) permite “a reprodução, em um só exemplar de pequenos trechos, para uso privado do copista, desde que feita por este” (Art. 46, II). Tanto esta passagem que diz que a cópia é feita pelo copista quanto a referência a “pequeno trechos” demandam interpretação e causam controvérsias. Este é um aspecto que poderá ser aperfeiçoamento na nova lei.
No entanto, os direitos autorais relacionam-se a muitas outras dimensões educativas. Talvez a mais importante diga respeito à ideia de que, como a construção do conhecimento nunca parte do zero, nos envolvemos o tempo todo com conteúdos, artefatos e significados produzidos por outros. O argumento de que, no fundo, todo texto cultural é um remix tem defensores e é exposto com criatividade na série de vídeos de Kirby Ferguson.
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Evento: Reivindicações docentes e a mídia
Em um ano marcado por greves, mobilizações e manifestações de rua de professores em ao menos 25 estados do país, o Observatório da Educação e a Rede Vozes da Educação convidam para o debate “Reivindicações docentes e a mídia: quando os professores viram notícia”, com o objetivo de colocar em pauta os conflitos docentes e sua cobertura pela imprensa.
O slogan “O professor lutando também está ensinando”, que tomou conta de cartazes nas ruas durante as manifestações e que acabou sendo divulgado amplamente pelas redes sociais, evidencia a importância da greve para além do direito constitucional de uma categoria de trabalhadores, mas também como ação política e cidadã que visa salvaguardar o direito à educação.
Por outro lado, as respostas do poder público, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, no caso mais recente, se deu por meio da força e do uso do aparato policial. Assistimos, nos mais diferentes veículos de imprensa, à divulgação das situações de violência contra professores e manifestante em apoio, suscitando algumas questões: qual a voz dada aos professores no debate e na formulação de políticas de educação? Como a imprensa retrata as reivindicações e conflitos docentes?
Para debater o tema, reunimos um representante sindical, uma professora, pesquisadores e jornalistas nesta terça-feira (19/11), das 9h30 às 13h, no auditório da Ação Educativa. Faça sua inscrição pelo e-mail observatório@acaoeducativa.org.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
E-book: Educação e cultura midiática
Organizado por Maria Olivia de Matos Oliveira e Lucila Pesce, o livro Educação e cultura midiática (Salvador: EDUNEB, 2012) discute, a partir de diferentes pontos de vista, os desafios que a cultura midiática coloca para a educação. Desse modo, dividida em duas partes, a obra apresenta trabalhos que discutem, na primeira parte, a inserção do discurso midiático nos espaços da cotidianidade na sociedade moderna; e na segunda, os textos voltam-se a análises e reflexões sobre a formação on-line, apoiada por diferentes dispositivos e interfaces digitais.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Formação em Mídia e Educação em Direitos Humanos
As oficinas do projeto “Ciclo de Formação Mídia e Educação em Direitos Humanos” acontecerão entre os dias 22 de novembro e 15 de dezembro deste ano, em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Salvador e São Paulo. Em cada cidade, as oficinas serão realizadas em quatro dias.
O objetivo principal do projeto é promover a capacitação de lideranças de movimentos sociais e comunicadores comunitários para a educação em direitos humanos e a multiplicação de uma cultura de paz e valorização da diversidade.
Para participar das oficinas é preciso preencher a ficha de inscrição, disponível na seção “Inscreva-se nas oficinas” no site www.intervozes.org.br/direitoshumanos. As inscrições são gratuitas e já estão abertas.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Aula pública: democracia na mídia
Amanhã, conforme os dados do cartaz abaixo, haverá uma aula pública para discutir a democracia na mídia.
Mais informações, na página do evento no Facebook.
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