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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Resenha
Usando filmes nas aulas de Arte

Resenha
Usando filmes nas aulas de Arte
Angela Maria Rosseto Sencio*
Gostei muito do livro Usando filmes nas aulas de Arte (organizado por Jurema L. F. Sampaio), por ser uma leitura agradável e que amplia os horizontes do leitor sobre o trabalho com filmes não só nas aulas de Arte, mas em todas as disciplinas, como também para o coordenador pedagógico enquanto orientador de um grupo.
A maneira como os filmes foram abordados neste livro estimula o desejo de assisti-los novamente, olhar sob novas óticas, enxergar aquilo que os autores enxergaram e que me passou despercebido.
Os autores foram brilhantes em suas interpretações, em suas colocações sobre as possibilidades de trabalhos com os filmes abordados e, acho que foram além, propiciaram ao leitor uma infinidade de possibilidades para se explorar o filme enquanto recurso que permite trabalhar questões extremamente delicadas dentro do universo escolar, como: diferenças sociais, orientação sexual, questões raciais, dentre outras.
terça-feira, 12 de junho de 2012

Resenha
Sujeitos, espaços e meio ambiente: redes virtuais

Resenha
Sujeitos, espaços e meio ambiente: redes virtuais
Carmen Gattás*
O terceiro fascículo da Coleção Ensinar e Aprender do Programa Aceleração da Aprendizagem – Sujeitos, espaços e meio ambiente: redes virtuais apresenta propostas para que se trabalhe a partir de uma abordagem que relacione cultura digital e Ciências Humanas. O objetivo deste fascículo é navegar por meio das redes virtuais pesquisando temas de História e Geografia, onde o sujeito possa relacionar-se aos processos históricos de ocupação e exploração dos espaços na busca de melhorias da qualidade de vida.
O fascículo apresenta-se organizado em duas partes: Para Entender, que busca informar sobre os conceitos e Na Prática que busca desenvolver atividades. Tendo em vista que a cultura atual nos coloca mergulhados no mundo digital associando informações e procedimentos disponíveis na internet, toma-se como pressuposto que esta condição provoca mudanças no modo de pensar, nas sensações de tempo e espaço, nos relacionamentos interpessoais e pode ainda estimular a inserção social, econômica e política da população de diferentes partes do mundo.
O terceiro fascículo da Coleção Ensinar e Aprender do Programa Aceleração da Aprendizagem – Sujeitos, espaços e meio ambiente: redes virtuais apresenta propostas para que se trabalhe a partir de uma abordagem que relacione cultura digital e Ciências Humanas. O objetivo deste fascículo é navegar por meio das redes virtuais pesquisando temas de História e Geografia, onde o sujeito possa relacionar-se aos processos históricos de ocupação e exploração dos espaços na busca de melhorias da qualidade de vida.
O fascículo apresenta-se organizado em duas partes: Para Entender, que busca informar sobre os conceitos e Na Prática que busca desenvolver atividades. Tendo em vista que a cultura atual nos coloca mergulhados no mundo digital associando informações e procedimentos disponíveis na internet, toma-se como pressuposto que esta condição provoca mudanças no modo de pensar, nas sensações de tempo e espaço, nos relacionamentos interpessoais e pode ainda estimular a inserção social, econômica e política da população de diferentes partes do mundo.
segunda-feira, 7 de maio de 2012

Resenha
Arte e Cultura: o audiovisual

Resenha
Arte e Cultura: o audiovisual
Maria Izabel de Araújo Leão*
O segundo fascículo da Coleção Ensinar e Aprender do Programa Aceleração da Aprendizagem – Arte e Cultura: o audiovisual apresenta propostas para que os professores trabalhem com seus alunos a produção audiovisual na escola. O texto tem como objetivo levar o jovem a vivenciar como autor a produção de vídeos (são feitas três propostas: videoclipe, documentário e vídeo interativo) para internet, com tecnologias acessíveis, de forma colaborativa. A estratégia proposta é que o jovem não aprenda somente a técnica, mas perceba os valores, as atitudes e as condutas éticas necessárias para exercitá-la em diferentes situações.
No primeiro momento do fascículo, são trabalhados conteúdos sobre a história do cinema, explicando como este transitou entre o registro analógico e a arte digital. Discute ainda como o surgimento da TV e do videoteipe influenciaram a produção e circulação das produções audiovisuais.
O segundo fascículo da Coleção Ensinar e Aprender do Programa Aceleração da Aprendizagem – Arte e Cultura: o audiovisual apresenta propostas para que os professores trabalhem com seus alunos a produção audiovisual na escola. O texto tem como objetivo levar o jovem a vivenciar como autor a produção de vídeos (são feitas três propostas: videoclipe, documentário e vídeo interativo) para internet, com tecnologias acessíveis, de forma colaborativa. A estratégia proposta é que o jovem não aprenda somente a técnica, mas perceba os valores, as atitudes e as condutas éticas necessárias para exercitá-la em diferentes situações.
No primeiro momento do fascículo, são trabalhados conteúdos sobre a história do cinema, explicando como este transitou entre o registro analógico e a arte digital. Discute ainda como o surgimento da TV e do videoteipe influenciaram a produção e circulação das produções audiovisuais.
quarta-feira, 28 de março de 2012

Resenha
Televisão Digital: Informação e conhecimento

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Televisão Digital: Informação e conhecimento
Maria Lúcia de Andrade Souza*
O Programa de Publicações Digitais da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) lançou o livro Televisão Digital Informação e Conhecimento (disponível on-line), organizado por Maria Cristina Gobbi e Maria Teresa Miceli Kerbauy, em 2010 com o objetivo de esclarecer profissionais, pesquisadores, educadores e telespectadores sobre a Televisão Digital, que teve a sua implantação no Brasil em dezembro de 2007.
O livro possui quinze capítulos e apresenta uma linguagem clara e objetiva, os capítulos são divididos em duas partes: na primeira, que compreende do primeiro ao nono capítulo, são desenvolvidos temas relacionados à cultura, diversidade e tecnologias; entre esses temas, encontramos Nativos Digitais, Políticas de Informação, Construção de Redes, Educação, TV Digital Interativa e Produção de Conteúdos Audiovisuais, entre outros. A segunda, que compreende do décimo ao décimo quinto capítulo e traz experiências, embates e processos, entre eles, os desafios no processo da implantação da TDT (TV Digital Terrestre), TV Digital no Pará, que teve grande repercussão na mídia local, “É preciso visualizar suas potencialidades e refletir sobre as formas como o novo padrão de televisão atenderá às necessidades da região” (p. 236) e também a transição do sinal analógico para o digital, o switch-off (apagão analógico), que é o encerramento das transmissões analógicas, na Europa e no Brasil.
O Programa de Publicações Digitais da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) lançou o livro Televisão Digital Informação e Conhecimento (disponível on-line), organizado por Maria Cristina Gobbi e Maria Teresa Miceli Kerbauy, em 2010 com o objetivo de esclarecer profissionais, pesquisadores, educadores e telespectadores sobre a Televisão Digital, que teve a sua implantação no Brasil em dezembro de 2007.
O livro possui quinze capítulos e apresenta uma linguagem clara e objetiva, os capítulos são divididos em duas partes: na primeira, que compreende do primeiro ao nono capítulo, são desenvolvidos temas relacionados à cultura, diversidade e tecnologias; entre esses temas, encontramos Nativos Digitais, Políticas de Informação, Construção de Redes, Educação, TV Digital Interativa e Produção de Conteúdos Audiovisuais, entre outros. A segunda, que compreende do décimo ao décimo quinto capítulo e traz experiências, embates e processos, entre eles, os desafios no processo da implantação da TDT (TV Digital Terrestre), TV Digital no Pará, que teve grande repercussão na mídia local, “É preciso visualizar suas potencialidades e refletir sobre as formas como o novo padrão de televisão atenderá às necessidades da região” (p. 236) e também a transição do sinal analógico para o digital, o switch-off (apagão analógico), que é o encerramento das transmissões analógicas, na Europa e no Brasil.
sábado, 28 de janeiro de 2012

Resenha
Fundamentos para a prática pedagógica na cultura digital

Resenha
Fundamentos para a prática pedagógica na cultura digital
Maria Izabel de Araújo Leão*
O Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária – Cenpec lançou em 2011 a coleção Ensinar e Aprender do Programa Aceleração da Aprendizagem, desenvolvida para professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental II.
Os fascículos estão organizados em quatro eixos temáticos e um introdutório:
O Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária – Cenpec lançou em 2011 a coleção Ensinar e Aprender do Programa Aceleração da Aprendizagem, desenvolvida para professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental II.
Os fascículos estão organizados em quatro eixos temáticos e um introdutório:
1. Fundamentos para a prática pedagógica na cultura digital
2. Arte e Cultura
3. Sujeitos, espaços e meio ambiente
4. Línguas e linguagens
5. Resolução de Problemas
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