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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ler e escrever na cibercultura


Talita Moretto

Recentemente, fui questionada se as práticas que envolviam o conceito da educomunicação (ou mídia e educação) poderiam contribuir para incentivar o gosto pela leitura entre crianças e adolescentes, considerando que muitas pesquisas* realizadas em nível nacional apontam para o baixo índice dessa habilidade importante para a aquisição do conhecimento e para a formação do sujeito crítico.

É importante, antes de avaliar se os jovens integrantes de um grupo específico (uma sala de aula, por exemplo), leem ou não, os professores perguntarem-se até que ponto a cibercultura (relacionada aos fenômenos sociais relacionados à internet e às formas de comunicação em rede) está sendo contemplada naquele ambiente e quais são as possibilidades dadas aos alunos para reconhecer a leitura como parte do processo do seu letramento e da sua aprendizagem.

Um texto divulgado no portal Todos Pela Educação com o título “Leitura no papel ou na tela: a diferença está em quem lê” traz as considerações da professora da área de linguística da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Rejane Dania, a respeito das diferenças entre a leitura em papel e na tela. Ela afirma que essas diferenças estão relacionadas com as características de quem lê, ou seja, idade, experiência em leitura e grau de contato com a tecnologia. Fatores individuais de cada leitor é que vão apontar se ele terá dificuldades em apreender os significados em qualquer um dos formatos. Então, conclui-se que o processo de leitura é o mesmo, independente do suporte, mas a capacidade de absorção depende do objetivo da leitura.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A formação docente e a cibercultura



O professor e pesquisador Guillermo Orozco Gómez fala sobre como a cibercultura pode influenciar a formação docente. Nesse sentido, nota que os professores devem aprender a incorporar as vivências e aprendizados que os jovens fazem fora do espaço da escola. Essa proposta não é nova, no entanto, precisa ser atualizada nos dias de hoje. A pedagogia deve ser inclusiva, incorporando e dando sentido crítico ao que os jovens aprendem e produzem no mundo.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Revista MATRIZes


O último número da revista MATRIZes, do programa de pós-graduação em comunicação da ECA/USP, está disponível on-line (aqui). Entre outros assuntos, artigos da edição abordam a cibercultura e a cultura de massa e as tendências editorais recentes do mercado de best-selleres.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Educação e ciberespaço


"Educação e ciberespaço: estudos, propostas e desafios" é o título de livro (disponível on-line, aqui), organizado pelo professor, da Universidade Federal de Sergipe, Glaucio José Couri Machado. O volume, publicado o ano passado, consiste numa coletânea de artigos com trabalhos realizados por pesquisadores brasileiros e de Portugal.

Entre outros artigos interesantes, há discussões sobre o "internetês na escola" e quanto ao uso de tecnologias no ensino de línguas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

E-book: A cibercultura em transformação

Também há pouco foi lançado o Volume 2 da Coleção ABCiber, A cibercultura em transformação, organizado por Eugênio Trivinho, Angela Pintor dos Reis e equipe do CENCIB/PUC-SP. O trabalho está em formato digital aberto (link) e apresenta alguns capítulos abordando a cibercultura e a educação, como O desafio comunicacional da cibercultura à educação via Internet, de Marco Silva. Por sinal, a conferência da qual resulta esse texto pode ser vista nesse link.

O volume 1 da Coleção ABCiber (A cibercultura e seu espelho) também possui contribuições às discussões da educação online e está disponível na internet, podendo ser acessado no seguinte link.