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terça-feira, 24 de abril de 2012

Cursos on-line em universidades dos EUA


Matéria do Link, do Estado de S. Paulo, da semana passada, informou a respeito de cursos e palestras on-line gratuitos para estudantes em todo o mundo, através de uma nova plataforma de ensino interativo chamada Coursera, oferecidos por cinco universidades de prestígio dos EUA (Standford, Princeton, Califórnia, Pensilvânia e Michigan). Segundo a reportagem, a intenção das instituições participantes é aumentar a sua reputação no exterior, conectando-se com ex-alunos distantes e, talvez, obter doações dos alunos desses cursos digitais.

Também nesse mês de abril, o blog Open Culture publicou uma postagem sobre cursos e conferências on-line gratuitos oferecidos pela Universidade de Yale. Essa universidade já disponibiliza na rede 42 cursos.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Aprender Física com Angry Birds?


Se você já pensou sobre isso, saiba que não foi o único. Postagem do EduDemic fala sobre isso, discutindo o realismo da nova versão do jogo, que se passa no espaço, em termos das condições gravitacionais.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O professor universitário e a "cultura da distração"

Do ponto de vista da reflexão sobre efeitos das tecnologias na educação, em particular na educação superior, é muito interessante a posição de Charles M. Ess, estudioso da relação entre a ética e os meios digitais, expressa em entrevista ao site Figure/Ground Communications (disponível na íntegra aqui).

A entrevista está em inglês, mas para colaborar com discussões e reflexões sobre o tema, traduzimos, abaixo, uma das respostas do autor, notando que o ponto principal -- quanto à questão proposta -- está no terceiro fator de mudança, na argumentação de Ess, do papel do professor universitário nos tempos atuais.
*
A tese de Joshua Meyrowitz em No Sense of Place é que, quando as mídias mudam, as situações e papéis se modificam. Em sua experiência, como o papel de professor universitário evoluiu desde que você era um estudante de graduação?

Ele mudou dramaticamente, de diversos modos, alguns deles salutares, outros não tanto, no meu entender.

Os professores que admirava (incluindo, por exemplo, o Dr. Judy Suther de Língua Francesa e Literatura) não eram apenas brilhantes e trabalhavam duro; eles estavam claramente “lá” para seus alunos – seja em termos de ajudar-nos com todas as dificuldades de escrita de lições da graduação ou face a situações cotidianas. Estas certamente incluíam as questões sociais e políticas do momento, mas também nossas próprias preocupações e problemas fundamentais como seres humanos, saindo da adolescência para nos tornarmos jovens adultos. Embora nem todos – para usar a linguagem religiosa – sejam vocacionados para tal serviço, isso permanece para mim como um modelo primário de aspiração.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Resenha
Fundamentos para a prática pedagógica na cultura digital

Maria Izabel de Araújo Leão*

O Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária – Cenpec lançou em 2011 a coleção Ensinar e Aprender do Programa Aceleração da Aprendizagem, desenvolvida para professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental II.

Os fascículos estão organizados em quatro eixos temáticos e um introdutório:
1. Fundamentos para a prática pedagógica na cultura digital
2. Arte e Cultura
3. Sujeitos, espaços e meio ambiente
4. Línguas e linguagens
5. Resolução de Problemas

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Educação pela pesquisa



A revista Nova Escola disponibiliza digitalmente uma matéria (aqui), publicada originalmente em novembro de 2010, sobre tema importante: a relevância do ensino por meio da pesquisa. Além das discussões, com exemplos, no texto, há também o vídeo acima, no qual o sociológico Pedro Demo defende a aprendizagem através da pesquisa científica na escola.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Usos educativos do Wordle

Sites como Wordle, o WordItOut e o TagCrowd permitem que criemos "nuvens de palavras" (como acima, criada no primeiro serviço). Elas geralmente podem ser editadas, em termos de cor, disposição e inserção/retirada de palavras (comuns -- como "a", "de" etc. --, ou de maneira geral).

A criação é feita a partir da inserção (escrita, upload ou ainda indicação de um endereço web) na ferramenta digital do texto para o qual queremos criar a "nuvem de palavras". O tamanho dessas remete ao número de ocorrências

Muito interessante é quando professores criativos pensam em como utilizar uma ferramenta como essa na sala de aula -- eventualmente fazendo uso também da imagem num blog. Este é o caso dos professores da apresentação abaixo, que dão 52 exemplos e dicas para o uso do Wordle em classe.

Alguns dos exemplos são muito interesssantes e criativos, como:

1.Identificar termos comuns num texto em língua estrangeira;
2. Estudar a linguagem de um autor em profundidade (note-se, nessa linha, que o site Domínio Público possui muitas obras de escritores brasileiros em formato digital);
3. Pedir que cada estudante escreva sobre suas expectativas quanto a um curso. Depois, é possível colocar as ideias no Wordle e fazer um pôster ou camisetas com essa imagem;
4. Pedir que os alunos (ao fim de um curso) escrevam sobre o que aprenderam -- pode-se fazer Wordles de todos os textos e compará-los, e também fazer um geral, que subsidie uma discussão de avaliação sobre um curso;
5. Mostrar graficamente resultados de levantamentos de opinião entre alunos (qual a cor preferida; atividade de férias, etc.);
6. Criar uma imagem de cabeçalho ou postagem para um blog;
7. Definir conceitos abstratos a partir de palavras que se associem a ele e integrem uma "nuvem de palavras";
8. Fazer um presente -- como um cartão de Dia das Mães ou dos Pais;
9. Criar uma "nuvem de palavras" a partir de um algum texto e pedir que crianças interpretem (leiam) as palavras, buscando expressar o sentido e tamanho da palavra;
10. Discutir valores éticos e depois fazer uma "nuvem de palavras" com os valores que os estudantes consideram importantes de serem exercidos na sala de aula.

sábado, 15 de outubro de 2011

Destino:educação: nova série do Canal Futura



O canal Futura começa a exibir nessa segunda-feira, dia 17, às 21h, a série destino:educação. Ela consiste em documentários que, tendo por base os resultados do último ranking do PISA (2009), retratam o sistema educacional de alguns países. Xangai, a número um do mundo; Finlândia, o número três; e Coreia do Sul, o número cinco; além do Chile, o melhor colocado da América Latina, e do Canadá, que, com sua política de imigração integradora, se mantém entre os sete melhores. Embora apontado como um dos que mais evoluíram na última década, o Brasil ocupa a 53ª colocação.

Você pode ver mais informações sobre a série aqui.

terça-feira, 19 de abril de 2011

MEC disponibiliza coleção de livros sobre educadores

O Ministério da Educação disponibilizou versões digitais dos 61 livros da "Coleção Educadores". Os trabalhos podem ser acessados a partir do site Domínio Público (aqui).

Um aspecto interessante da coleção é o sentido ampliado do conceito de "educador", contemplando desde autores tradicionais de linhas teóricas da Educação, como Piaget, Paulo Freire, Vygotsky (ao centro, na caricatura acima), Freinèt (à direita), até pensadores sociais (Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, entre outros) e indivíduos com atuação pioneira no uso da comunicação em processos educativos, como o cineasta Humberto Mauro (à esquerda, no desenho) e Roquette-Pinto.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Florestan Fernandes

O dia de hoje marca os quinze anos da morte do sociólogo, educador e político Florestan Fernandes. Nesse ano também são lembrados os 90 anos de nascimento de Florestan.

No vídeo abaixo, você poderá conhecer um pouco da trajetória desse importante brasileiro. Os crédito do vídeo estão a partir do "Leia Mais".

Documentário realizado como Projeto de Conclusão de Curso na UFSCar, Bacharelado em Imagem e Som.
(mini-DV, 25 min, 2002)

Direção – Lucas Ferreira
Roteiro - Lucas Ferreira e Dinha da Silva
Argumento original e pesquisa - Pietro Picolomini

Produção Executiva – Ester Fér
Produção - Ester Fér e André Pereira

Direção de Fotografia – Cid Machado dos Santos Jr
Assistente de Fotografia – Silvio da Silveira
Direção de Arte – Dinha da Silva e Kátia Arruda

Som – Luis Gustavo Sguissardi e Rui Maricato
Trilha Sonora – Luis Gustavo Sguissardi

Montagem – André Pereira

Produção Digital – Luciano Panepucci

Orientação – Prof. Dr.José Gatti

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Escola e interdisciplinaridade

O cursista João Luis Batistela fez uma recomendação interessante, a propósito da atividade do Módulo TV e Vídeo que discute a interdisciplinaridade.

Um vídeo de palestra da professora Viviane Mosé, disponível no site da CPFLCultura (aqui), que fala sobre os "Desafios contemporâneos - a educação". Ela critica a escola fragmentada, dividida em disciplinas e grades curriculares, e distante da vida dos professores e alunos. A partir de 80 minutos, dá sua opinião também a respeito da educação a distância, com o vislumbre de possibilidades e aspectos críticos.

sábado, 31 de outubro de 2009

UNB e UAB lançam livro sobre educação a distância

A Faculdade de Educação/UnB e a Universidade Aberta do Brasil promoveram, no dia 21 de agosto deste ano, o lançamento do livro Educação superior a distância: Comunidade de Trabalho e Aprendizagem em Rede CTAR). O livro apresenta uma série de reflexões sobre a EAD, com o objetivo de consolidar princípios e práticas para uma educação de qualidade em ambiente virtual.

Você pode acessar o sumário do volume - aqui, e também o livro na íntegra - aqui.

Enquetes com o GDocs


É possível criar enquetes - isto é, questionários com várias perguntas de alternativas e/ou abertas - com o uso das planilhas do serviço GDocs, do Google. Para um professor, as enquetes podem ter várias utilidades: recolher opiniões dos alunos, propor a feitura de exercícios ou realizar avaliações, por exemplo.

A criação de enquetes é relativamente simples, e o vídeo tutorial disponibilizado no site Upgrade Pessoal (aqui) pode ajudar a quem deseja criar e disponibilizar uma enquete com o uso do GDocs.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Andrew Keen e o alfabetismo midiático


Já se falou em outra postagem (aqui) sobre as críticas de Andrew Keen à internet. Você poderá conhecer em mais detalhes as opiniões desse jornalista britânico na entrevista dada por ele à revista Cult, publicada na edição 140. Boa parte da entrevista está disponível online (aqui).

De maior interesse para os educadores, são as observações sobre o "alfabetismo midiático", que Keen relaciona não com ao ensino de "como usar" as novas mídias (já que estas seriam projetadas para garantir uma utilização intuitiva), mas sim com a preocupação dos educadores em fazer com que as crianças e jovens entendam que "toda informação vem acompanhada de uma bagagem cultural".

Nesse sentido, ele afirma que: "Todo texto tem o seu viés, o que não significa que seja necessariamente corrupto. O desafio para as crianças é entender isso, em vez de apenas ler esse texto como mera verdade. E, quando um texto aparece na internet, ainda que no blog mais obscuro, ele ganha esse aspecto de verdade, sobretudo se endossa uma opinião prévia do leitor".

O que essa discussão pode acrescentar ao que temos debatido sobre o uso das novas mídias no contexto escolar?

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Boletim Onda Jovem - Nativos digitais

O último número do boletim Onda Jovem (aqui) tem como tema os "Nativos Digitais" e aborda o uso das mídias e tecnologias na educação. O termo "nativos digitais" refere-se à atual juventude que já nasceu num ambiente no qual os aparatos técnicos do ambiente digital fazem parte de seu cotidiano.

O boletim apresenta reflexões, experiências e depoimentos, como o do estudante Emanuel Oliveira Lopes da Silva, de 17 anos, que cursa o 3º ano do ensino médio numa escola na capital paulista. Ele diz que:

Na minha escola, quem sabe de tecnologia digital não aprendeu lá. São uns 800 alunos para uns 15 computadores, e a gente só pode usar o laboratório de informática fora do período de aula. [...] Os professores só estão focados na sua matéria. Não usam nem estimulam muito os alunos a explorarem essas tecnologias. Quando tem uma tarefa, a maioria vai naquela de copiar e colar: Ctrl C e Ctrl V. Nada de muita pesquisa, exploração. Eles poderiam promover oficinas de informática nos fins de semana, por exemplo. Eu tenho mais contato com tudo isso porque sou monitor no programa Acessa Escola, do governo de São Paulo, que funciona numa lan house. Lá, a gente apresenta as tecnologias para os jovens que aparecem. Isso também podia ser mais divulgado. Em casa, no meu tempo livre, estou sempre na Internet, usando Orkut, MSN e agora o Twitter. Mas na minha escola, acho que o pessoal não se dá conta do quanto é importante a informática, essas redes sociais que estão no mundo, na vida e no trabalho das pessoas e tinham de estar lá também. Com as ferramentas digitais, o ensino pode ficar mais atraente, mais coletivo também, e aí o estudante já estaria aprendendo a trabalhar em conjunto, o que vai ser útil para o seu trabalho no futuro.”
Caro cursista, você concorda, em termos gerais, com a opinião do estudante? Se sim, acredita que formações como o Mídias na Educação podem alterar esse panorama?

sábado, 19 de setembro de 2009

Vídeo demonstrativo de um programa 3D



O vídeo de demonstração do Módulo TV e Vídeo do Ciclo Básico, referente ao tópico A Televisão e o Vídeo na Sala de Aula pode ser visto acima, e também (no Portal do Professor), neste endereço: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/swf/videoPlayer.htm?video=/storage/jornaldoprofessor/midias//video/edicao2/bio1_corpohumano_1.flv.

Em ambos os casos, o vídeo não é chega até o final da filmagem efetuada, por algum problema técnico. Entretanto, é possível compreender o tipo de demonstração pretendida do recurso audiovisual com a parte que é mostrada.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A cela

Dirigido por Nick Hilligoss, o filme A cela (Austrália, 1997), abaixo, foi produzido pela ABC International, e fez parte de uma série de desenhos de animação muito premiada em festivais do mundo todo.

É uma animação que costuma ser transmitida na TV Escola e faz parte de DVD desta iniciativa. Nesse sentido, são interessantes algumas perguntas:
  • Sua escola tem os DVDs da TV Escola?

  • Você já usou algum dos programas da mesma em situação didática? Como?

  • Há materiais da TV Escola que sugerem o trabalho com o filme A cela, para discutir determinados conteúdos. Mas, aqui, seria válido ouvir sua opinião: como poderia usar este filme? Veja-o e opine!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Esclarecimentos sobre a Influenza A (H1N1)

O Ministério da Educação produziu o vídeo abaixo, com algumas recomendações a respeito da nova gripe.



O Ministério da Saúde também preocupou-se em disponibilizar materiais informativos sobre a gripe, tendo elaborado um conjunto de cinco vídeos, que podem ser baixados a partir desse endereço (aqui). Abaixo, dois desses vídeos.

São materiais que, além do interesse imediato, podem ser úteis para o ensino de conteúdos ligados à biologia, saúde e higiene.


Sobre a Influenza A (H1N1)




Influenza A (H1N1) - Formas de Contágio

sábado, 8 de agosto de 2009

Educomunicação é tema de matéria da Revista Geografia Conhecimento Prático

Reprodução

Reportagem de Maria Rehder, na Revista Geografia Conhecimento Prático, da Editora Escala, publicada na edição 26 desse mês, mostra a experiência da professora Luzia Feitosa, que desde 2006 tem incorporado a produção coletiva de videodocumentários como prática de ensino nas escolas públicas em que leciona.

A versão online da reportagem pode ser lida aqui, e na revista impressa, nas bancas, há também uma entrevista com o prof. Ismar sobre o tema.

A imagem acima é da matéria.

Inep lança web revista para divulgar boas práticas educacionais


Convidamos você para conhecer o projeto Na Prática, uma web revista que traz reportagens e estudos técnicos sobre experiências de êxito em gestão educacional, inclusive escolar. A proposta é que essas experiências possam servir de inspiração para gestores educacionais em todo o país, assim como para a sociedade.

O Inep seleciona boas práticas a partir de seu banco de dados e envia uma equipe para estudar o que há por trás dos bons indicadores e ações educacionais. A cada dois meses serão divulgados resultados de uma nova visita, focando experiências diversificadas.

LINK DA REVISTA http://napratica.inep.gov.br/