Com a idade de 33 anos, o diretor Kiko Goifman, que fora adotado logo após o nascimento, resolveu encontrar sua mãe biológica. Numa busca que dura 33 dias, ele procura a ajuda de detetives e outras pessoas, num processo registrado no documentário
33 (2003). O filme dialoga com a estética do
cinema noir, num clima de permanente suspeita que envolve os personagens e o próprio autor/narrador, numa obra que busca renovar a linguagem do documentário.
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